Por volta de 1910 surgia um novo loteamento dividindo o que antes eram chácaras em um bairro. O empreendedor Rodolpho Miranda, dono da Companhia Urbana e Predial, resolveu homenagear sua esposa Aretusa Pompéia, batizando o novo bairro como o nome de Vila Pompéia. Rapidamente imigrantes, atraídos pelas centenas de indústrias que apareciam na região oeste da capital paulista, adquiriram lotes, onde viriam a fixar suas residências. Em sua maioria italianos, seus moradores também eram portugueses, espanhóis e até húngaros, que trabalhavam como operários das fábricas.
A região, contudo, teve grande crescimento com a chegada dos padres Camilianos. Esta Ordem de padres, nomeados assim porque pertenciam a congregação religiosa que foi fundada por São Camilo de Lellis (1582 – Itália). O Padre Inocente Radrizanni foi um dos um dos primeiros Camilianos a virem para o Brasil. Conhecido apenas como Padre Inocente, era um homem de fé e de espírito altruísta. A fim de dar assistência aos hospitais do Brasil, os padres Camilianos foram enviados a nove estados brasileiros. Em São Paulo, na região da Colina da Pompéia que, na verdade, se tratava daquele conglomerado de chácaras com uma capelinha, vertido em bairro por Rodolpho Miranda, Padre Inocente encantou-se com a região e construiu a primeira Casa dos Camilianos, o primeiro seminário e logo em seguida a policlínica, já que sua Ordem nasceu para cuidar dos doentes, assim surgia o primeiro núcleo aglutinador da Vila Pompéia.
A região, contudo, teve grande crescimento com a chegada dos padres Camilianos. Esta Ordem de padres, nomeados assim porque pertenciam a congregação religiosa que foi fundada por São Camilo de Lellis (1582 – Itália). O Padre Inocente Radrizanni foi um dos um dos primeiros Camilianos a virem para o Brasil. Conhecido apenas como Padre Inocente, era um homem de fé e de espírito altruísta. A fim de dar assistência aos hospitais do Brasil, os padres Camilianos foram enviados a nove estados brasileiros. Em São Paulo, na região da Colina da Pompéia que, na verdade, se tratava daquele conglomerado de chácaras com uma capelinha, vertido em bairro por Rodolpho Miranda, Padre Inocente encantou-se com a região e construiu a primeira Casa dos Camilianos, o primeiro seminário e logo em seguida a policlínica, já que sua Ordem nasceu para cuidar dos doentes, assim surgia o primeiro núcleo aglutinador da Vila Pompéia.
No ano de 1920, Cláudio de Souza e Luiza Leite de Souza, durante uma viagem à Itália visitaram o Santuário de Nossa Sra. Do Rosário, na cidade de Pompéia – província de Nápoles. A filha do casal sofria de uma doença incurável aos olhos da medicina da época. No santuário, e com os corações penalizados, rezaram pela cura da filha, rogando pela graça divina, dedicando suas preces à Virgem Maria do Rosário.
Ainda em viagem pela Itália, o casal recebe uma carta dando conta da cura da filha, que ficara no Brasil. A carta dizia que a filha do casal havia apresentado melhoras num momento, e noutro estava curada. Tamanha foi a felicidade do casal, que Cláudio e Luiza regressaram, imediatamente, ao Brasil, pois precisavam ver com os próprios olhos a graça concebida. O casal, muito agradecido, resolveu utilizar um terreno que possuíam no outeiro da região, onde hoje encontra-se a Av. Pompéia, para construir uma pequena capela, uma capela de apenas 7x14 metros, nesta região que era praticamente desabitada. O casal fez questão de colocar uma imagem da Padroeira, vinda da cidade de Pompéia, trazida da igreja de Nossa Sra. do Rosário.
Merece nota, também, a história da família Matarazzo, já que muito tem a ver, com a evolução da Vila Pompéia. De trajetória polêmica e conturbada, a ascensão e queda do império Matarazzo tem um capítulo importante, neste bairro, já que sua principal indústria foi construída no terreno de frente para onde hoje é o Shopping Bourbon (lugar em que, até meados dos anos 90, ficava o Shopping Matarazzo).
Muitos dos moradores da Vila Pompéia vieram atraídos pela oferta de emprego na indústria do grupo IRFM (Indústrias Reunidas Francesco Matarazzo), construída no bairro.
Este é apenas um apanhado geral da historia deste bairro que cresceu em torno de uma pequena capela cujo o nome originou-se em uma homenagem, mas rapidamente ganho um laço indelével com a padroeira Nossa Sra. do Rosário, igreja que ficava, propriamente, na cidade italiana do Monte Vesúvio.
Merece nota, também, a história da família Matarazzo, já que muito tem a ver, com a evolução da Vila Pompéia. De trajetória polêmica e conturbada, a ascensão e queda do império Matarazzo tem um capítulo importante, neste bairro, já que sua principal indústria foi construída no terreno de frente para onde hoje é o Shopping Bourbon (lugar em que, até meados dos anos 90, ficava o Shopping Matarazzo).
Muitos dos moradores da Vila Pompéia vieram atraídos pela oferta de emprego na indústria do grupo IRFM (Indústrias Reunidas Francesco Matarazzo), construída no bairro.
Este é apenas um apanhado geral da historia deste bairro que cresceu em torno de uma pequena capela cujo o nome originou-se em uma homenagem, mas rapidamente ganho um laço indelével com a padroeira Nossa Sra. do Rosário, igreja que ficava, propriamente, na cidade italiana do Monte Vesúvio. Com base na evolução do bairro podemos citar a idéia de Heráclito, o filosofo que defende a idéia de que tudo esta em movimento e transformação.
Heráclito dizia que “o presente existe em torno de segundos e o futuro é projetado a todo instante”.
Assim, podemos analisar que desde seu surgimento o bairro Pompéia vem passando por transformações, inicialmente um bairro horizontal com suas casas e sítios de arquitetura colonial, hoje se encontra um bairro vertical por seus edifícios e desenhos modernos.
Essa idéia de transformação é exatamente o que as construtoras estão fazendo, modificando e projetando o bairro para o futuro, trazendo assim um maior número de moradores e novos atrativos para o bairro.
Um exemplo de arquitetura antiga com cores modernas

